LRCL – Lico Reis

15 Jul, 2014

Lecture: Build your group into a team

Posted by: admin In: Lectures

São inúmeras as transformações e o nível de complexidade que enfrentamos em nossas empresas e ambiente de trabalho.

Estamos a todo o momento sendo bombardeados por um grande número de informações e detalhes técnicos que muitas vezes nos confundem e nos levam a trabalhar de forma estressante, frenética e sem direcionamento, comprometendo, assim, o nosso desempenho profissional e de nossa empresa.

Tornou-se, portanto essencial, uma constante atenção e organização de nossas equipes, gerentes e diretores, na busca do que é realmente necessário para a realização de nosso trabalho.

Esta situação caótica já havia sido prevista pelos professores da Academia Militar Americana de West Point, que durante a década de 90 já ensinavam os seus cadetes e futuros líderes, que o novo ambiente mundial teria as seguintes características: volatilidade, diversidade, interdependência, ambiguidade e caoticidade.

01. Volatilidade:

A natureza e a dinâmica da realidade econômica mundial determinaram uma constante alteração dos padrões financeiros e gerenciais das empresas, afetando diretamente planos e futuros projetos.

02. Diversidade:

A globalização e a oportunidade de novos negócios colocam as empresas em contato com diferentes demandas e variáveis: investidores, clientes (internos e externos), fornecedores, governo, etc.

03. Interdependência:

As empresas estão cada vez mais estreitando suas relações comerciais com novos parceiros regionais e internacionais, aumentando o risco do efeito domino em suas decisões e desempenho comercial.

04. Ambiguidade:

A grande quantidade de informações e detalhes, que as empresas têm acesso, muitas vezes dificultam uma clara e segura tomada de decisão frente a problemas e situações de mercado.

05. Caoticidade:

A caoticidade do mundo de negócios influencia de forma negativa a estrutura de diversas empresas. E tais alterações se procedem de forma irregular e sem nenhum aviso prévio, o que dificulta ainda mais o planejamento e elaboração de metas.

Diante de toda esta adversidade e desafios, faz-se necessário a elaboração de estratégias e procedimentos que possam dirimir as características acima apresentadas.

01. Estabelecendo estruturas simples de gerenciamento:

É importante estabelecer estruturas simples de gerenciamento em nosso departamento e indústria, para permitir rápidas e assertivas decisões quando obstáculos inesperados surgirem.

02. Desenvolvendo estruturas de aprendizado:

Toda empresa precisa de uma estrutura de aprendizado capaz de preparar seus funcionários, e utilizar a criatividade e a adaptabilidade como instrumentos eficazes frente à possibilidade de mudanças e adaptações.

03. Desenvolvendo funcionários especializados:

Ao desenvolver uma equipe de experts, a empresa torna-se hábil e preparada para as exigências do mercado nacional e internacional.

04. Desenvolvendo um sistema de comunicação efetivo e rápido:

A partir de um sistema de comunicação eficaz, é possível o rápido compartilhamento de estratégias e informações necessárias para o progresso de qualquer empresa.

05. Desenvolvendo novas lideranças:

O processo de liderança deve permitir o surgimento de novos líderes de acordo com as necessidades da indústria. Ela deve ser espontânea e positiva diante das vicissitudes e dificuldades apresentadas, para uma melhor adaptação e confrontamento.

*Nossas fontes:

- Gerard Seijts, Mary Crossan, and Niels Billou: – Coping with complexity – http://iveybusinessjournal.com/topics/leadership/coping-with- complexity#.U54ox_ldVK2

- Michael Cardus – Managing organizational complexity & change – http://create-learning.com/article/manager-training/managing-organizational- complexity-change

- Kathia C. Laszlo – Dealing with complexity – http://www.saybrook.edu/rethinkingcomplexity/posts/11-03-11/dealing- complexity

- Linda Fisher Thornton – Dealing with complexity in leadership – http://leadingincontext.com/2013/02/27/dealing-with-complexity-in-leadership/ Dealing with  complexity

São inúmeras as empresas que exigem demais de suas equipes e colaboradores, através de intermináveis alterações estruturais e projetos, que ao longo dos meses se acumulam; obrigando a todos a extenuantes horas de trabalho e comportamentos destrutivos que resultam na desmotivação e até em doenças de natureza psicossomáticas, como o estresse e a depressão.

Pois quando um colaborador se sente extremamente esgotado, torna-se impossível sua conduta proativa e bom desempenho profissional, em praticamente todas as áreas da empresa.

Mas quando este trabalhador se sente bem e energizado, ele atua melhor e mais rápido, se sentindo mais focado, saudável e feliz.

Para tanto, existem diversas formas de amplificar seus níveis de energia e disposição profissionais, especialistas têm apontado maneiras de renová-las, auxiliando diretamente em áreas de desempenho e produtividade. Tais níveis podem ser divididos em energias física, emocional, mental e a espiritual.

Para melhorarmos nossa energia física, torna-se necessário a avalição e ampliação de nossos períodos de descanso e sono, bem como a realização de exercícios cardiovasculares. A alimentação também é fator fundamental neste processo, e deve ser balanceada, evitando assim, abusos e desequilíbrios.

Em referência, as energias emocionais, não devemos permitir que sentimentos de natureza negativa, tais como a irritabilidade, impaciência, ansiedade e insegurança se instalem e contaminem o nosso cotidiano profissional. Devemos analisar o trabalho, através das lentes da oportunidade e do bom senso, preenchendo a nossa rotina com motivação e esperança de crescimento profissional.

No tocante as energias mentais, devemos evitar atitudes e desvios de pensamentos, que interrompam o nosso foco e raciocínio, dentre tais distrações, podemos mencionar os excessivos acessos a aplicativos e a internet.

A satisfação do dever cumprido frente às atividades profissionais agrega importante recarga as nossas energias espirituais. Para tanto é de suma importância, evitarmos a procrastinação como atitude diária em nossa rotina profissional bem como o desrespeito aos valores éticos e pessoais.

As empresas podem também auxiliar os seus colaboradores a ampliarem os níveis de energia, não exigindo de suas equipes, um desempenho irreal ou a participação em tantos negócios, que extrapolem uma justa jornada e contrato de trabalho. Muitas delas já desenvolvem treinamentos, que enfatizam a reflexão e a valorização pessoal frente a questões de qualidade de vida e os quatro níveis de energia.

Sendo, assim precisamos estar atentos aos nossos níveis de energia, para que o nosso desempenho profissional seja efetivo e positivo, pois somente energizados seremos capazes de enfrentar com sucesso, nossos desafios e obstáculos profissionais.

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